Elas estão no topo. Troca o altar pela poeira da estrada.
Já conhecem todas as trilhas.
Sabe arriscar.
É prudente quando precisa.
Tem brilho próprio, como certas estrelas.
Até hoje, mulher feita, é que nem com os meninos na infância: a mesma lei: homem não chora.
Mulher chora, mas ninguém vê, ninguém ouve.
As mulheres são tantas! São várias.
São múltiplas.
A mulher dos nossos dias "não está no gibi".
Domina o computador.
Sabe escrever.
É uma brasileira cheia de sonhos.
Dá duro 10 horas por dia.
Engrossa a fila da tripla jornada de trabalho: o filho, o marido, a vida lá fora.
Ser mulher é desdobrar fibra por fibra o coração.
Coração de mãe, filha de Deus.
No rosto ela traz as marcas do mundo.
É urbana.
É caseira.
A maior conquista do esporte, no século XX, é a mulher.
Se ela começou a lutar pela igualdade de direitos na porta da fábrica, foi mesmo nas pistas, nas quadras e nos ginásios que continuou a luta da autoestima.
Da alma olímpica, capaz de competir, irmamente, valendo-se das forças do corpo e do espírito. [...]Armando Nogueira
8 de Março, Dia Internacional da Mulher.
Uma homenagem da


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